Wednesday, November 24, 2010

Notícia

A Fada Madrinha Convida O Lobo Mau Grande Passar Feriado Com Ela

A Fada Madrinha convidou o Lobo Mau Grande e a família dele passar o Dia de Acção de Graças no castelo dela depois de um dia muito difícil para ele.

Um Reino Muito Muito Distante: Esse ano, a Fada Madrinha convidou o Lobo Mau Grande e a família dele celebrar o Dia de Acção de Graças no castelo dela. Antes da terça-feira, eles não se conheciam, mas agora o par parece amigos velhos. Segundo a Senhora Fada, eles se encontraram quando ela escutou um barulho muito estranho fora da casa. Olhou pela janela e viu um lobo vestido de mulher chorando na calçada em frente do lar dela.

A fada, como é o negócio dela ajudar aos menos fortunados, saiu para ver o que estava acontecendo. Tentou consolar o lobo, e aprendeu que ele não tinha açúcar suficiente para fazer torta de abóbora. A besta estava preparando tudo para o feriado porque a família dela vinha visitá-la, mas eles gostavam muito desse sobremesa e o quadrúpede desafortunado não tinha ingredientes para fazê-la.

O lobo tinha ido a visitar os vizinhos dele, os três Porquinhos, para pedir ajuda. Mas eles ficavam com medo do carnívoro, e assim fugiram. O animal desesperado lembrou que outra vizinha, a Avó, gostava de cozinhar, e decidiu ir ver ela.

A Avó não estava em casa, mas a porta estava aberta, e o lobo entrou. Foi para a cozinha para procurar açúcar, pensando deixar uma nota para a vizinha idosa explicando que ele devolveria a comida logo. Ele encontrou um avental e pus para não se sujar.

Nesse momento, chegou a Chapeuzinho Vermelho, quem recentemente tinha recebido a notícia que a Avó dela foi assaltada por um grupo de lobos viciosos. Ela viu o Senhor Mau Grande, e assustou. O animal também ficou com medo, e foi correndo da casa. Escutou a menina gritando uma coisa ofensiva sobre os dentes dele.

Assim foi que o Senhor Mau Grande chegou em frente do castelo da Senhora Fada. A Senhora escutou o conto do Senhor, e quando ele pediu um pouco de açúcar, ela convidou a família inteira dele para passar o feriado com ela. O lobo aceitou com muito gosto. Segundo a mulher mágica, todos passaram um Dia de Acção de Graças maravilhoso, “e com muita torta de abóbora.”

O lobo também quer pedir desculpas da Chapeuzinho Vermelho Afirma que não foi a intenção dele assustá-la, e que está arrependido por qualquer má compreensão tem entre os dois.

Tuesday, November 16, 2010

Os Argumentos Falsos do Kaplan

“Scientific theories, which most people consider ‘fact,’ almost invariably prove to be inaccurate. Thus, one should look upon any information described as ‘factual’ with skepticism since it may well be proven false in the future.”

É certo que todo deve ser considerado falsificável, porque como seres humanos, a gente não pode assumir que a gente sabe tudo. No passado sempre tinha assuntos que foram presumido ser verdadeiros fatos que foram refutados, e isso certamente vai continuar acontecendo no future. Mas é forte demais assumir que todo que a gente considera “fato” é falso. Se a gente assume que os fatos não existam, é difícil demais viver uma vida previsível. É certo que teorias não devem ser aceitadas sem pesquisa e fatos, mas se uma teoria tem prova adequada, é aceitável assumir que é, provavelmente, certo, e que é razoável basear uma decisão ou uma acção nela. Se no future é provada que foi falsa, está bem, mas vai ter explicação do porque. E, também, se a gente assume que todos os fatos são falsos, esse argumento é baseado num fato falso e assim é inválido mesmo.

“In bygone days, many people received whatever musical education they acquired by singing around the parlor piano. In the age of recorded music and the Internet, people can learn as much by listening as they can by singing.”

Esse argumento não parece ser baseado em fatos. Se é verdade que as pessoas aprendiam música por cantar ao redor do piano, como é que a gente sabe? Se foi tão informal, é provável que não foi documentado. Mas se uma pessoa estava tocando piano, pelo menos uma pessoa entreinou e estudou música. E com um grupo de pessoas juntas e cantando, seria impossível não aprender um pouco. As pessoas participavam e provavelmente se criticavam, assim aprendendo.

Hoje a música é uma experiencia muito mais individual e privado. Com os fones de ouvido e os MP3, a música não tem mais a ver com a participação e o grupo. Uma pessoa quem toca piano ou canta uma canção sabe melhor a canção do que uma pessoa quem a ouve enquanto corre ou faz qualquer coisa da vida quotidiana É inegável que uma pessoa pode gostar igualmente se canta ou ouve a canção, mas o gosto não é o assunto do argumento. A sabedoria ou o conhecimento da música não é igual quando é ‘aprendido’ pela participação ou só por escutar. Escutar dá uma experiencia da música, mas não é um conhecimento verdadeiro de criar a própria música.